sábado, 29 de outubro de 2016

CABANINHA DA LEITURA

"Tia, sabe quando vai ser a hora mais feliz? Hoje de noite, porque já vai ser noite e amanhã a gente vai fazer a cabaninha."

Oi, pessoal!!!

Hoje vim postar um projeto meu que eu simplesmente AMO: a Cabaninha da Leitura! Eu realizo em todos os lugares que trabalho, pois o resultado é sempre maravilhoso!

Bom, quem me conhece sabe que adoro fazer coisas diferentes no meu trabalho e compartilho minhas ideias aqui para que outros professores possam usá-las em suas turmas também. Sou super a favor de incluir brincadeiras como parte do processo de aprendizagem, pois sinto que elas realmente dão resultado se aplicadas de maneira correta.

Quando propomos uma brincadeira, há todo um objetivo pedagógico por trás, porém a criança não percebe isso, ela pensa que está apenas brincando, mas para mim ela está aprendendo. E como a brincadeira é algo prazeroso para o aluno, as chances de ele aprender o conteúdo são bem significativas. 

Eu sempre trabalhei a maior parte do tempo com turmas de 2º ano e como são crianças recém-alfabetizadas, é nesse momento que elas precisam ler muuuuito. Meu objetivo é criar em todo aluno o gosto pela leitura, fazer com que eles percebam que ler é muito gostoso, é fazê-los respirarem livros, gibis, revistas...

Então, eu criei a Cabaninha da Leitura!!! Eu lembrei que quando era criança, eu adorava brincar de cabaninha, por isso, apostei nessa ideia para estimular a leitura na minha sala de aula e DEU SUPER CERTO! Vou explicar como funciona:

PARA ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL 1:

Eu peço na agenda para que eles tragam uma almofada num dia específico (geralmente uma vez na semana, no últímo tempo, e tento organizar o planejamento de forma que eu consiga realizar a Cabaninha durante 30 minutos no mínimo). Quando eu falo na almofada, eles já ficam super animados! rsrs

Geralmente, no primeiro dia em que realizo a Cabaninha da Leitura com uma turma nova, eu falo a seguinte frase do Rubem Alves: 

"Livros são brinquedos feitos de letras. Ler é brincar". E explico o significado dessa frase de forma bem lúdica, para que eles realmente sintam que o livro é um brinquedo bem legal e que o ato de ler é a brincadeira!

Na hora da atividade, afasto todas as cadeiras de forma organizada e prendo TNT com durex ou barbante, formando uma cabaninha sobre as cadeiras. Na primeira vez, levei até os lençóis daqui de casa mesmo rs. Depois de tudo montado, coloco cestinhas espalhadas pelo chão, com livrinhos e gibis. Após isso, vou chamando um por um e peço para que escolha qualquer livro ou gibi. Em seguida, a criança escolhe um lugar da cabaninha para ler deitada na sua almofada ou apenas sentada mesmo. As almofadas servem para criar um clima bem aconchegante na sala.

Confesso que nas 3 primeiras vezes em que realizo esse projeto nas turmas, as crianças ficam bem agitadas, pois é tudo muito novo para elas, ficam muito animadas. Mas não podemos desistir! Eu insisti na proposta e sempre conversei com eles que momentos de leitura necessitam de silêncio para nos concentrarmos e dei exemplos de bibliotecas e salas de leitura. Logo eles compreenderam tudo e eu conseguia fazê-los ficarem 30, 40 minutos em total silêncio na sala de aula, simplesmente porque eles estavam super concentrados no que estavam lendo. É muito mágico vê-los lendo e gostando de ler! E eles sempre lamentam no final da atividade: "Poxa, já acabou?", "Ah, tia, estava tão gostoso!", "Eu adoro essa brincadeira!", "Tia, guarda esse livro pra eu continuar lendo depois?".

Com o passar do tempo, eles criaram um prazer tão grande por leitura, que eu sempre me emociono! E o reconhecimento dos pais também é grande. Eles sempre agradecem, pois veem a evolução dos seus filhos em relação a leitura e a animação das crianças quando é dia de Cabaninha. 

PARA ALUNOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL:

Com os pequeninos o objetivo continua o mesmo, porém a atividade precisa de algumas alterações. Como os alunos da educação infantil ainda não sabem ler, eu realizava contações de histórias. Escolho um dia na semana para realizar a atividade e geralmente as almofadinhas deles já ficavam na própria sala de aula, bem guardadinhas, mas se você não tiver espaço na sua sala de aula, combine com os responsáveis e alunos enviando um bilhete na agenda, solicitando que toda segunda-feira (ou qualquer outro dia) eles levem a almofada. Eu sentava com todos na cabaninha e realizava a contação, depois deixava as crianças pegarem o livro e folheá-lo, pois é importante que os pequenos tenham o contato com o livro. Em seguida, realizávamos alguma atividade relacionada a história.

OBSERVAÇÃO: É importante dizer que antes de eu colocar este projeto em prática, eu passei em todas as salas de aula do colégio pedindo livros e gibis antigos que os alunos não quisessem mais e que, obviamente, estivessem em bom estado. Foi assim que montei meu pequeno acervo aqui em casa e continuo montando, pois em todas as escolas que trabalho eu realizo a Cabaninha da Leitura e arrecado mais livros e gibis. Depois, é bom organizar os livros por faixa etária, assim fica mais fácil na hora de trabalhar com turmas de anos diferentes.

Vou postar algumas fotos para vocês!

Bom, gente, espero que vocês tenham gostado do meu projeto. Comentem o que acharam, deem sugestões e se realizarem com a turma de vocês, comentem como foi! Vamos trocar experiências e criar o gosto pela leitura em nossos pequenos!

Um grande beijo,
Tia Bia





























segunda-feira, 24 de outubro de 2016

UMA PROFESSORA MALUQUINHA

Oi, pessoal!

Já faz um tempinho que aconteceu a festa de dia das crianças da escola em que trabalho. Foi um dia bem legal, com muitas opções de atividades. Como eu sou professora da Sala de Leitura, fiquei responsável por realizar uma contação de história no dia do evento.

Pois bem, escolhi uma história que amo de paixão: O Menino Maluquinho! Então, para que tudo ficasse mais divertido, decidi contar vestida de Menino Maluquinho. Fui atrás de peças de roupa parecidas com a capa do livro e também não poderia faltar a clássica panela na cabeça.

Fiquei surpresa como esse personagem ainda consegue ser atual, pois me lembro de ter lido esse livro quando tinha uns 7 ou 8 anos. Ele continua na mente das pessoas até hoje e até mesmo os meus aluninhos de apenas 6 anos já o conheciam. Assim que funcionários e alunos me viram fantasiada, já começaram a brincar e me chamar de Menino Maluquinho. Ziraldo é mesmo um sucesso! O Menino Maluquinho é mesmo um sucesso!

Bom, eu sou apaixonada por contar histórias, adoro mesmo! Eu vou contando, interpretando e escolhendo a melhor intonação para cada momento. Nesse dia, contei essa mesma história 7 vezes, para 7 grupos de crianças. Crianças que ouviram até mais de uma vez. Foi realmente um sucesso! Fora as fotos que muitos pediram pra tirar comigo rs.

Vou postar algumas fotos para vocês!

Beijinhos,
Tia Bia

















domingo, 18 de setembro de 2016

ATIVIDADE DE LEITURA E ESCRITA PARA ALFABETIZAÇÃO INICIAL

E aí, pessoal! Tudo bem?

Hoje a dica é sobre alfabetização inicial!

Vem assistir a visita de Beatriz Gouveia, coordenadora de projetos do instituto Avisa Lá, na EMEF Anacleto Campanella para realizar uma atividade de leitura e escrita com uma turma de 1º ano, levando em conta os diferentes momentos de aprendizagem de cada aluno.


sábado, 30 de julho de 2016

ESTRATÉGIAS DE CÁLCULO COM JOGOS MATEMÁTICOS

Com jogos de dados, boliche e de argolas, os alunos da professora Luciane Ribeiro, da EMEF Professor Raimundinho, em Marabá, no Pará, aprenderam mais sobre as estratégias de cálculo, os números e as operações, como adição, subtração e multiplicação

Uma radiografia do que a turma sabe: Luciane propôs algumas situações problemas para levantar o que seus alunos do 4º ano sabiam. O resultado foi que a maior parte deles tinha dificuldades com operações matemáticas básicas, alguns sequer relacionavam os números à quantidade correspondente. 


Aprender para ensinar: com o objetivo de superar essas dificuldades, Luciane elaborou uma sequência didática utilizando o contexto dos jogos. Para fazer isso, ela aproveitou as leituras e discussões realizadas nos encontros do Grupo de Estudo Pedagógico Aperfeiçoando o Conhecimento (Gepac), instituído na escola em 2009.


Jogo de dados: foi o primeiro a ser trabalhado em sala. As crianças registravam a pontuação obtida e calculavam quantos faltavam para obter 10 pontos ou quanto o resultado já havia ultrapassado esse valor. É fundamental prever algumas aulas para a turma se apropriar das regras e estratégias envolvidas.


Jogo do boliche: com esse jogo, a turma explorou a multiplicação, a tabuada e a representação de expressões numéricas. A professora atribuiu diferentes pontos às cores das garrafas, que variavam de acordo com as dificuldades que os alunos precisavam superar.


Jogo das argolas: possibilitou que os estudantes fizessem cálculos com números maiores. Assim como no jogo do boliche, essa atividade também proporcionou que a turma ampliasse seus conhecimentos sobre as expressões numéricas e a multiplicação.


Registro dos resultados: em cada jogo, a turma teve que registrar por escrito a pontuação obtida em cada jogada além de calcular o resultado final para ver quem ganhou. Eles discutiram coletivamente sobre quais foram os cálculos mais fáceis e os mais difíceis.


Intervenção da professora: enquanto a turma jogava, Luciane passava entre as duplas para ajudar as crianças a lembrar das regras do jogo. Em alguns momentos, eles tiveram que explicar à professora e aos colegas qual foi a estratégia utilizada para resolver o cálculo.


Resolução de situações problemas: depois que todos já sabiam jogar dados, boliche e argolas, a professora propôs diferentes situações problemas envolvendo o contexto dos jogos para serem resolvidos individualmente, em grupos e duplas. Os alunos com conhecimentos próximos trabalharam, juntos.


Desafios para o colega resolver: No passo seguinte, cada aluno teve de elaborar situações problemas utilizando o contexto dos jogos para que um colega resolvesse. Enquanto produziam os enunciados, a professora alertava que é preciso garantir que o texto traga todas as informações necessárias para que o outro possa solucionar a atividade. 


Novo diagnóstico para ver os avanços e desafios: Para encerrar a sequência, a professora repetiu o diagnóstico inicial para ver o quanto a turma evoluiu. Os avanços foram grandes. Alguns alunos ainda precisam avançar. Mas todos passaram a resolver desafios do campo aditivo com maior domínio e também começaram a usar a multiplicação como estratégia.


Formação em serviço: Ao finalizar a sequência, Luciane compartilhou com os demais professores da escola a sequência sobre cálculos no contexto dos jogos e os resultados obtidos. O debate resultou em uma análise crítica, onde todos destacaram as atividades e intervenções que mais gostaram e aquelas que poderiam ser aprimoradas. 


Fonte: http://novaescola.org.br/fundamental-1/galeria-matematica-como-trabalhar-estategias-calculo-jogos-matematicos-731029.shtml?utm_source=tag_novaescola&utm_medium=facebook&utm_campaign=mat%C3%A9ria&utm_content=link#ad-image-2 

quinta-feira, 28 de julho de 2016

COMO USAR O WHATSAPP NA ESCOLA


O WhatsApp tem sido cada vez mais adotado como uma versátil ferramenta de comunicação nas escolas – não tinha como ser diferente, afinal, só no Brasil, o aplicativo contabiliza mais de 100 milhões de usuários!

Pensando nisso, reuni algumas das possibilidades de bom uso da ferramenta na escola:

Facilitar o compartilhamento entre a equipe: os grupos criados dentro do aplicativo permitem que os professores troquem experiências sobre sua prática pedagógica e indicações de materiais didáticos, atividades, livros, entre outros.

- Aproximar os pais da rotina escolar dos filhos: a ferramenta pode ser usada para enviar recados (escritos ou gravados), informações de eventos, agenda de atividades, comunicados, fotos, dicas de estudo e relatórios de desempenho escolar dos alunos.

- Disponibilizar conteúdos e atividades extras para os alunos: como um Ambiente Virtual de Aprendizagem, na perspectiva do mobile learning, o WhatsApp possibilita a disponibilização de conteúdos no formato de áudio e vídeo, como podcasts e vídeo-aulas, e a criação de fóruns de discussão e plantão de dúvidas.

A equipe de reportagem da Nova Escola foi atrás de casos reais de escolas e professores que conseguiram colocar em prática essas ideias.

Um dos exemplos é de Wagner Soeiro, é professor de Geografia na EM Darcy Ribeiro, em uma escola pública de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Ele criou um grupo para cada classe e usa o aplicativo para tirar dúvidas sobre a disciplina e compartilhar as tarefas de casa. Mensagens com gírias típicas das mensagens virtuais e repostas em áudio são permitidas. O importante é saber se o aluno aprendeu o conteúdo. Esporadicamente, ele ainda envia desafios para os grupos, estimulando que se aprofundem em determinados temas. “Com a facilidade de contato, aumentamos o número de alunos que entregam suas tarefas e trabalhos”, conta. Afinal, as desculpas de que não sabiam que tinham lição ou que esqueceram a data de entrega acabaram, já que com o aplicativo, é possível saber se uma pessoa recebeu a mensagem e se a leu.

Outra possibilidade foi encontrada pela equipe do Colégio Padre Ovídio, em Feira de Santana, na Bahia. Por lá, eles aproximaram o contato com os pais por meio do aplicativo. Quando a garotada tem alguma excursão para fazer, a equipe gestora cria um grupo e, assim, envia informes sobre a saída a campo, os objetivos do passeio e, no dia, fotos da turma. A ideia, segundo a coordenadora Paula Costa, era deixar as famílias mais seguras em relação às atividades externas e mostrar para elas as experiências vivenciadas pelos seus filhos. “Os pais elogiaram a iniciativa”, afirma.

Os relatos mostram que é possível desenvolver tais ações na prática e que elas resultam em benefícios para todas as partes. Mas não custa lembrar que o WhatsApp é apenas mais um recurso e não um fim em si mesmo. Apesar de todos as facilidades e possibilidades que o aplicativo oferece, não é sempre que uma conversa olho no olho pode ser substituída, não é mesmo?

Para encerrar, vale dizer que, independentemente da proposta, é sempre importante usar o recurso de forma criteriosa, ética, respeitosa e jamais compartilhar quaiquer conteúdos que violem a privacidade ou que sejam ofensivos. Agora, conte-nos se e como o aplicativo tem sido usado na sua escola e divida conosco suas sugestões!

Fonte: http://novaescola.org.br/blogs/tecnologia-educacao/2016/07/26/whtasapp-na-escola/?utm_source=tag_novaescola&utm_medium=facebook&utm_campaign=mat%C3%A9ria&utm_content=link

quarta-feira, 20 de julho de 2016

PLANO DE AULA: UMA VIAGEM PELOS SENTIDOS

Olá, pessoal! Tudo na maior belezura? 

O post de hoje é um plano de aula sobre os sentidos.

Material necessário: Reportagens de jornais ou revistas e livros bem ilustrados sobre os sistemas do corpo humano, meia cartolina por aluno, caneta, lápis, canetinhas coloridas, fita dupla face, dez pedaços de tecido escuro (que serão usados como vendas para os olhos dos estudantes), kit para teste do paladar (alimentos variados e preferencialmente pastosos com sabor doce, salgado, azedo e amargo, além de pazinhas de sorvete), kit para teste do olfato (álcool, desinfetante, perfume, pasta de dentes, terra molhada e água), kit para teste do tato (metal, madeira, gelo, plástico, vidro e recipiente com água quente) e kit para teste da visão (copos de vidro contendo água, álcool, água mais açúcar, água mais sal e água mais suco de limão).
 
Desenvolvimento: 1ª etapa
 
  
Comece perguntando aos alunos o que eles sabem sobre o corpo humano. Ouça-os e, assim que terminarem, faça algumas perguntas: "Por que algumas pessoas espirram ao olhar para o Sol? Por que precisamos tomar água? Como conseguimos ouvir mais de um som ao mesmo tempo? É verdade que não sentimos o gosto de um remédio quando tampamos o nariz?". Para responder, as crianças farão pesquisas em casa, com a ajuda dos pais. Você deve indicar sites confiáveis. Essas questões levarão os alunos a investigar e constatar que, embora os sistemas do corpo sejam abordados individualmente nos livros, eles estão interligados.

2ª etapa: Baseando-se nas respostas pesquisadas pelos alunos, abra uma discussão que esclareça todas as dúvidas. Peça que tragam para a etapa seguinte livros, revistas e tudo mais que encontrarem sobre os sistemas do corpo - com muitas fotos e ilustrações.

3ª etapa: Com todo o material disponível, selecione os melhores e junte-os ao material separado por você. Em seguida, conte uma história que envolva os sistemas do corpo, usando as fotos e ilustrações reunidas para exemplificar o que está sendo contado. Finalize a etapa explicando que os sentidos nos conectam ao ambiente e levam informações para os nossos sistemas.
 
4ª etapa: Leve para a sala o kit paladar. Vende os olhos de alguns alunos voluntários e peça que identifiquem qual é o alimento provado. Coloque em discussão: "Como eles conseguiram identificar os sabores e quais sistemas foram usados para fazer essa identificação?".

5ª etapa: Os alunos que participarem desta etapa devem entrar na sala de olhos vendados. Aproxime os líquidos do kit olfato do nariz de cada um. Em seguida, pergunte para a turma: "Por que eles não precisaram da visão para identificar certos cheiros?". Explore os conceitos de memória olfativa e sistema nervoso.

6ª etapa: Nesse momento da atividade, todos os alunos podem participar. Os copos com os líquidos do kit visão devem estar dispostos lado a lado, numerados de um a cinco, e os alunos devem manter uma distância que não permita sentir o cheiro das substâncias (para não interferir no resultado). Coloque no quadro, em ordem invertida, as substâncias presentes nos copos. No caderno, as crianças terão de colocá-las na ordem certa utilizando apenas o sentido da visão. Depois, cinco voluntários vão se aproximar e tentar descobrir o que é cada substância usando apenas o olfato. Se não conseguirem, permita que experimentem o sabor (exceto o do álcool). Converse com a turma sobre a importância da relação entre os sentidos e como um ajuda o outro a interpretar o ambiente.
 
7ª etapa: Vende os olhos de seis alunos. Com a ajuda de mais seis colegas, solicite que passem um objeto do kit tato no antebraço de um amigo vendado. A maioria não conseguirá acertar o que é. A última chance será pegando o objeto nas mãos. O aluno deve descrever a experiência e explicar por que é mais fácil identificar os objetos com as mãos.
 
8ª etapa: Peça que os alunos registrem o que aprenderam. Cada um deve receber meia cartolina para escrever o que mais gostou sobre o tema e formular uma pergunta, assinar seu registro e pendurá-lo em algum lugar da escola.

Produto final: Registro dos alunos.


Avaliação: O depoimento será o alvo principal da avaliação, já que retratará todo conhecimento que o aluno adquiriu durante o processo. É importante avaliar a participação e o interesse durante as vivências.
 
Flexibilização: Para trabalhar com alunos com deficiência auditiva (que faz leitura labial e está em processo de alfabetização), amplie o objetivo para que ele perceba que, na falta de um dos sentidos, os outros tendem a se desenvolver mais. Na 1ª etapa, junto com as perguntas, encaminhe aos pais um bilhete esclarecendo os objetivos da pesquisa.
 
Na segunda etapa, posicione o aluno de modo que ele possa ver todos e peça que as outras crianças falem voltadas para ele.

Na terceira etapa, recomendam-se os mesmos procedimentos da etapa anterior.


Durante as etapas 4, 5, 6 e 7, converse com a turma sobre como vivem e se desenvolvem as pessoas que não têm determinado sentido.


Deficiências: Auditiva
 
Fonte: http://rede.novaescolaclube.org.br/planos-de-aula/uma-viagem-pelos-sentidos

quinta-feira, 14 de julho de 2016

PLANO DE AULA CONTRA O PRECONCEITO



Atividade 1: Reúna a turma em círculo e leia histórias que tratem da diversidade e valorizem o respeito à diferença. Peça que todos comentem. A roda de conversa pode ser aproveitada para debater eventuais conflitos gerados por preconceitos.

Atividade 2: Realize uma oficina de bonecos negros, brancos, índios, japoneses, deficientes. Ofereça o material necessário. Depois de prontos, deixe-os à disposição na sala para as brincadeiras ou organize um revezamento para que as crianças possam levá-los para casa. Os pequenos criam laços com esses objetos e se reconhecem neles.

Atividade 3: Um dos problemas enfrentados pelas crianças negras é relacionado aos cabelos. Não é difícil ouvir algumas falando que gostariam de tê-los lisos. Mexer nos cabelos e trocar carinho é uma forma de cuidar delas., romper possíveis barreiras de preconceitos e aprender que não existe cabelo ruim, só estilos diferentes. Ofereça revistas e peça para que cada um recorte e cole os tipos de cabelo que encontrarem. Depois, sugira que a turma desenhe em uma folha os diferentes tipos de cabelo (cor, textura, tamanho).

Atividade 4: Peça pesquisas sobre a história de alimentos e músicas de diversas origens. Planeje momentos de degustação e de escuta. As aulas de culinária são momentos ricos para reforçar heranças culturais dos vários grupos que compõem a sociedade brasileira. Conhecer músicas em diferentes idiomas línguas é um bom caminho para estimular o respeito pelos diversos grupos humanos. Isso se aplica a todas as formas de arte.

Avaliação: Observe em brincadeiras e falas se as crianças aceitam bem a diversidade e se todos valorizam suas origens e autoimagem.

Fonte: http://www.soescola.com/2016/07/contra-o-preconceito-plano-de-aula.html